quarta-feira, 15 de setembro de 2010
terça-feira, 14 de setembro de 2010
O sertão vai virar mar

Sertanejas e sertanejos,
Tá cada vez mais quente aqui, ninguém suporta a baixa umidade. Está tudo bazé, fosco, seco, esfumaçado....
Herdeiros do novo milênio
Ninguém tem mais dúvidas
O sertão vai virar mar
E o mar sim
Depois de encharcar as mais estreitas veredas
Virará sertão
As coisas estão lentas, as horas, as caminhas, os presságios da chuva....
assim na derradeira lua branca
Quando todos os rios virarem leite
E as barrancas cuscuz de milho
E as estrelas tocadeiras de viola
Caírem uma por uma
Os soldados do rei D. Sebastião
Mostrarão o caminho
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Ferreira Gular - Poema Sujo
Ah, minha cidade verde
minha úmida cidade
constantemente batida de muitos ventos
rumorejando teus dias à entrada do mar
minha cidade sonora
esferas de ventania
rolando loucas por cima dos mirantes
e dos campos de futebol
verdes verdes verdes verdes
ah sombra rumorejante
que arrasto por outras ruas
Desce profundo o relâmpago
de tuas águas em meu corpo,
desce tão fundo e tão amplo
e eu me pareço tão pouco
pra tantas mortes e vidas
que se desdobram
no escuro das claridades,
na minha nuca,
no meu cotovelo, na minha arcada dentária
no túmulo da minha boca
palco de ressurreições
inesperadas
(minha cidade
canora)
de trevas que já não sei
se são tuas se são minhas
mas nalgum ponto do corpo (do teu? do meu
corpo?)
lampeja
o jasmim
ainda que sujo da pouca alegria reinante
naquela rua vazia
cheia de sombras e folhas
minha úmida cidade
constantemente batida de muitos ventos
rumorejando teus dias à entrada do mar
minha cidade sonora
esferas de ventania
rolando loucas por cima dos mirantes
e dos campos de futebol
verdes verdes verdes verdes
ah sombra rumorejante
que arrasto por outras ruas
Desce profundo o relâmpago
de tuas águas em meu corpo,
desce tão fundo e tão amplo
e eu me pareço tão pouco
pra tantas mortes e vidas
que se desdobram
no escuro das claridades,
na minha nuca,
no meu cotovelo, na minha arcada dentária
no túmulo da minha boca
palco de ressurreições
inesperadas
(minha cidade
canora)
de trevas que já não sei
se são tuas se são minhas
mas nalgum ponto do corpo (do teu? do meu
corpo?)
lampeja
o jasmim
ainda que sujo da pouca alegria reinante
naquela rua vazia
cheia de sombras e folhas
domingo, 12 de setembro de 2010
Barrado no baile

compentradas e comprenetados
Não estávamos fazendo contato porque meu computador estava fora de órbita. Hoje já está arrumadinho.
Por falar em arrumadinho, estava ontem na porta da Áqua (nova boate goianiana) quando fui barrado pelos seguranças e demais "otoridades".
Não se preocupem, não fiquei chateado, já que contam as boas almas que lá dentro estava ruim.
Aniversário da Helô, sucesso de audiência.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
O dia que o blogger baleiou

Baleiras e baleiros,
Ultimamente este blog deu tilt, não que isso justifique algumas lapsos deste que vos escreve, mas contribui para o resultado final.
Com relação as novidades, estou no estágio final de minha gripe. O tempo e o clima não ajudam muito nesta época do ano, contudo, todos os cuidados estão coerentemente negligenciados.
Qualquer intervenção circunstanciais, eu atualizo no hiper-espaço. Estejam atentos!
sábado, 4 de setembro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Minha garganta arranha!
Inflamadas e inflamados,Final de semana será complicado. Eu e minha garganta inflamada possivelmente não inflamaremos nas noites goianianas.
Sempre há um plano "B", mas qual será?
Cerveja gelada, um pouco difícil. Sereno na muleira, nem quero pensar!
Sexta: Armazém Vintage
Sábado: Corinthians vs Goiás - Banda Justos: Samauma
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